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15 erros ao estudar para concurso público

Será que você está estudando certo? Muitas vezes, o baixo desempenho pode ser o resultado dos erros ao estudar para concurso.

É normal que quem está se preparando se faça essa pergunta em algum momento. Entenda, antes de tudo, que não existe a melhor técnica. Existe a que funciona melhor para você.

Nesse processo, falhas que atrapalham o resultado. Algumas delas são esperar pelo edital para começar a estudar, não ter um planejamento e até exagerar na carga de estudos. No entanto, tudo isso pode ser corrigido.

Confira se você não está cometendo nenhum desses erros ao estudar para concurso. E lembre-se: autoconhecimento é a melhor forma de saber se está no caminho certo.

Você conhece os erros mais comuns ao estudar para concursos?

Um dos erros mais comuns ao estudar para concurso é esperar o edital ser publicado para começar a preparação (Imagem: Freepik)

Erros ao estudar para concurso público

Antes de mais nada, entenda que talvez você nem tenha se dado conta desses erros na sua preparação, mas vamos apontá-los aqui. Saiba que há tempo de mudar e trilhar um caminho de sucesso rumo à aprovação.

1# Esperar o edital

À primeira vista, um dos erros ao estudar para concurso mais comuns é a espera pelo edital. No entanto, conforme explica o professor Alexandre Prado, não são todos os concursos que têm um prazo entre a data de autorização e a publicação do edital.

Além disso, pode ser que ocorram atrasos ou suspensões. Eles fazem com que a seleção demore ainda mais. Quando o edital é publicado, faltarão poucos meses para realização da prova.

Por isso é um erro esperar. Enquanto você aguarda a publicação do edital para iniciar a preparação, várias pessoas já estão se matando de estudar há tempos.

Como elas estão fazendo isso? Baseando-se no edital do concurso anterior. Enquanto não sai o novo, solucione o seu problema assim.

Claro que podem ocorrer mudanças de um edital para o outro. Mas até ser publicado, ele é sua melhor fonte do que pode ser cobrado na prova. Sob o mesmo ponto de vista, as alterações não costumam ser grandes.

Assim que o edital da seleção que você deseja participar sair, nos poucos meses restantes para a prova, foque seus estudos em disciplinas e tópicos que talvez não estivessem no último concurso.

Muito provavelmente, você já terá zerado ou estará próximo de zerar o edital anterior. Lá estão a maior parte dos conteúdos que serão cobrados.

> Acompanhe O Especialista com o professor Alexandre Prado

2# Não ler o edital todo

Ainda que o candidato possa encontrar as informações em sites de notícias de confiança, como a Folha Dirigida, ou em editais verticalizados, é muito importante estar atento ao edital.

Ele é o documento que dita todo o processo seletivo e inclui os requisitos para fazer o concurso. Nele também estão os documentos necessários no ato de inscrição, as etapas, as disciplinas para estudar e várias outras informações.

É preciso estar atento a todas elas. Não adianta se matar de estudar, ser aprovado e, no final, não conseguir tomar posse por um erro burocrático, por exemplo, que você deixou passar por não dar a devida atenção ao edital.

Nós sabemos que é um documento chato, longo e até mesmo difícil de ler pela maneira formal como escrevem-no e o organizam.

Mesmo assim, logo que ele for publicado, dedique-se à sua leitura. Todo o estudo do mundo não adianta se você não sabe as regras do jogo.

3# Estudar só o que gosta

Outra ação comum dos estudantes é sempre começar pela matéria que gostam mais ou tem mais afinidade.

Pensando como incentivo, poderia até ser uma boa estratégia, se não fosse pelo seguinte problema: esse não é o único assunto que será cobrado no concurso.

Se você sempre deixar para estudar só as matérias que gosta, deixará diversos conteúdos de lado. Eventualmente, isso prejudicará seu desempenho.

Em contrapartida, as matérias das quais gostamos costumam ser as que temos mais facilidade. Porém, as que precisamos dedicar mais tempo são as mais difíceis. Também são as que temos mais dificuldade.

Outra coisa que pode acontecer é que nem sempre suas matérias favoritas serão aquelas que têm mais questões ou maior peso no edital. Elas são justamente as que você precisa estudar com maior afinco.

4# Ter apenas um estudo passivo

Você estuda apenas fazendo a leitura de conteúdos? Pois saiba que você pode estar caindo em outra grande armadilha.

Primordialmente, o estudo e a compreensão da teoria devem ser sempre as primeiras etapas. Mas não pode ser a sua única forma de estudar.

Por exemplo, escrever seus próprios resumos e grifar partes importantes na hora da leitura, assim como praticar exercícios, gravar áudios sobre a matéria para ouvir no transporte público, fazer mapas mentais, flashcards… todas essas são técnicas de estudo ativo.

Como resultado, elas tornam o estudo mais dinâmico. Além disso, facilitam o processo de aprendizagem, justamente por colocarem os conteúdos aprendidos em prática.

Logo, fazer resumos durante a leitura do texto, além de tirar a passividade da leitura sozinha, também facilitará a sua futura revisão, essencial para superar a Curva do Esquecimento.

Dessa forma, escrever o conteúdo com suas próprias palavras, também o ajudará na própria compreensão da matéria.

Um estudo feito com alunos da EduQC, plataforma de inteligência artificial fundada e criada por Victor Maia, comprovou que a prática é 37% mais efetiva do que a teoria. Enquanto revisar é 45% melhor do que a prática, e ler é 9% mais eficiente do que assistir a videoaulas.

“Quanto mais ativo o estudo, maior a retenção”, afirma Maia.

5# Fazer questões quando dá tempo

Assim como estudar apenas as disciplinas favoritas, o estudo por questões não deve ser feito de acordo com a sua vontade. Afinal, ele é uma etapa fundamental nos estudos para concurso.

Bem como é uma forma de estudo ativa, também é uma das melhores formas de se autoavaliar. Através dele, percebe-se se a técnica escolhida está surtindo efeito.

Quer forma melhor de saber se você seria aprovado no concurso do que fazendo uma prova anterior?

Definitivamente saber quais são seus erros e acertos, pontos fortes e fracos, também é importante para guiar os seus estudos. Bem como a prática também ajuda a descobrir em quais matérias você precisa revisar ou voltar na teoria.

Somado a tudo isso, questões, provas anteriores e simulados permitem que você perceba quais e como são cobrados os assuntos em tal concurso. Especialmente quando a escolha da banca se repete.

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6# Não conhecer a banca organizadora

Depois que o curso é autorizado, o futuro servidor deve estar atento à escolha da banca. É a organizadora que determinará qual será o perfil de cobrança da prova. Afinal, elas tendem a ter um padrão muito próprio.

Pode acontecer também de a banca do concurso para o qual você está estudando ser diferente da responsável pela última prova.

Nesse caso, saber qual é a nova organizadora também ajudará a buscar questões passadas, já que ela é diferente do edital anterior.

Igualmente a fazer as últimas provas, também é importante fazer essa busca por questões da organizadora selecionada para o novo concurso.

7# Não revisar

Frequentemente esse é um dos graves erros ao estudar para concurso público. A princípio, muitos estudantes acreditam que a revisão possa ser perda de tempo.

Esse sentimento surge, pois os editais têm muitos assuntos. Eventualmente leva o candidato a pensar que, se parar para revisar, perderá um tempo que poderia usar para conhecer novos conteúdos.

Segundo a teoria da Curva do Esquecimento:

  • Após estudar um conteúdo, você está com 100% daquela informação na sua memória
  • Após 20 minutos, terá esquecido cerca de 42% do que aprendeu
  • Depois de uma hora, mais da metade do conteúdo se perdeu (56%)
  • Passados 30 dias, 80% do conteúdo que você estudou também

Ou seja, não adianta tentar memorizar vários conteúdos sem revisar. Afinal, sem a revisão, o seu cérebro será capaz de reter apenas cerca de 20% das informações que você estudou.

Nesse sentido, existem diversas formas de revisar, como:

  • Mapas mentais
  • Flashcards
  • Resumos tradicionais ou em tópicos
  • Fichamentos
  • Questões e simulados
  • Áudios
  • Ensinar para outra pessoa

Independentemente do método de sua escolha, é preciso ter em mente que fazer revisão não é perda de tempo, pelo contrário.

Portanto, mais importante do que a quantidade de matéria vista em um dia, um mês ou uma semana, é a qualidade dos estudos daquele conteúdo.

Os maiores erros ao estudar para concurso público

8# Não cuidar de você

Era muito comum relacionar estudar para concurso à abdicação de horas de sono, exercício físico e lazer. De fato, é necessário abrir mão de algumas coisas. O intuito é de ganhar espaço na agenda para estudar.

Mas escolha bem do que você abdicará. Por exemplo, dormir bem é essencial para o processo de aprendizagem.

Em síntese, é durante as fases mais profundas do sono que o cérebro transforma as memórias de curto prazo, as vivências do dia, em memórias de longo prazo. E os conteúdos que você estudou estão nesse pacote.

Exercícios físicos colaboram para a produção de energia do seu corpo. Posteriormente, ela será necessária nos estudos. Ao mesmo tempo, a alimentação também exige atenção.

Como resultado, os alimentos certos mantém o estudante mais atento, ativo e ágil. Simultaneamente, também influenciam no aprendizado.

O lazer entra no pacote de um corpo saudável. Definitivamente o cérebro, assim como qualquer órgão, precisa de um descanso.

Pode ser que não dê para sair todo fim de semana. Todavia, ter momentos de descontração também é importante. Em conclusão, alivie a carga pesada que estudar para concurso público traz.

Por fim, lembre-se sempre: corpo são, mente sã.

9# Exagerar no ritmo de estudos

Uma outra crença comum é que a dedicação equivale a muito tempo de estudo. Não é bem assim.

Segundo o psiquiatra e especialista em Medicina do Sono, dr. Pablo Vinicius, o ideal é fazer blocos de estudo com tempo entre 40 e 50 minutos. Além de exaustivas, longas maratonas de horas e horas não têm grande efetividade.

Ele exemplifica comparando o início do estudo a um copo cheio. Conforme você estuda, esse copo esvazia aos poucos. Se você estuda com o copo vazio, não vai conseguir aprender.

Isso porque fará um esforço por um aprendizado ineficiente. A causa é a exaustão cerebral que a falta dessas pausas causará.

Pode até soar impressionante alguém que diz conseguir estudar seis, oito horas, ininterruptamente. Mas será que essa pessoa realmente aprende alguma coisa?

Vamos entender o conceito de horas líquidas e horas brutas:

  • Horas brutas: o tempo do relógio, que passa normalmente, contado de forma integral. Se você estuda das 8h às 10h, por exemplo, seu tempo de estudo bruto é de duas horas.
  • Horas líquidas: o somatório do estudo ao longo do dia, sem interrupções e pausas. Se durante duas horas de estudo você parou por 15 minutos, seu tempo líquido é de 1h45.

Ou seja, durante as horas brutas é preciso ter intervalos que não farão parte das horas líquidas. Tente cronometrar esses intervalos através do Método Pomodoro, por exemplo.

10# Dispersar sua atenção nos estudos

Continuando o assunto do tópico anterior, pausas são importantes para manter o foco. Segundo Marcelo Demarzo, médico especialista em Mindfulness e coordenador do Centro Mente Aberta, nossa mente tem uma tendência natural de dispersão.

Isso significa que quando nos propomos a fazer alguma coisa, existe a possibilidade da nossa mente viajar para outro lugar. E o problema mora quando isso acontece exatamente durante o estudo.

Para aumentar a atenção, dr. Marcelo Demarzo indica dois métodos diferentes: o Mindfulness e a Técnica dos Três Passos.

A prática dos Três Passos, também conhecida como Prática da Ampulheta, como o próprio nome diz, divide-se em três etapas:

  • Experiência corporal
  • Respirar
  • Experiência corporal

Já o Mindfulness pode ajudar no:

  • Aumento da concentração
  • Aumento da capacidade de memória, raciocínio e aprendizagem
  • Melhora no bem-estar subjetivo
  • Diminuição do sofrimento psicológico
  • Redução de sintomas de ansiedade, depressão e dos níveis de cortisol (hormônio do estresse)
  • Melhora da qualidade do sono

Para quem tem interesse em incorporar Mindfulness no seu dia a dia, há duas opções:

  • Começar a praticar por conta própria, usando apps ou material disponível na internet (blogs, áudios e vídeos).
  • Procurar centros de Mindfulness para ter o acompanhamento de um instrutor dentro de um curso/treinamento que, em geral, duram cerca de oito semanas.

Ele também indica a seguinte Prática de Três Passos, que pode ser feita na sua própria casa:

#Passo 1

Em uma posição confortável – sentado ou deitado – deixe o corpo se estabilizar.

Lentamente, leve a atenção para o seu corpo. Inclua as sensações físicas, como também para a percepção de pensamentos ou emoções que eventualmente estejam presentes na sua experiência naquele momento.

Por exemplo, as sensações físicas podem ser: contato do corpo com o chão ou cadeira; temperatura da pele, possíveis desconfortos ou pontos de tensão.

#Passo 2

Gradualmente, comece a levar a atenção de modo um pouco mais focado para as sensações e movimentos da respiração. Por exemplo, os movimentos do tórax e do abdome na inspiração e expiração do ar.

Ou ainda a sensação do ar entrando e saindo pelas narinas durante a respiração.

Em suma, siga o fluxo natural da respiração. Sem tentar alterá-lo, apenas observando-o. Faça isso por algumas respirações.

#Passo 3

Antes de encerrar a sessão, traga novamente a atenção. Observe as sensações em todo o corpo naquele momento.

Isso pode incluir também a percepção do local onde você está, como os sons e a temperatura do lugar. Aos poucos, termine a prática. Volte a abrir os olhos.

11# Achar que tudo acontecerá do dia para a noite

Primeiramente, a ansiedade é um mal comum dos tempos atuais. Contudo, queremos resultados imediatos para atividades que demandam tempo.

A aprovação em concurso público é uma delas. Achar que a aprovação vem de um dia para o outro também é um dos erros ao estudar para concurso.

Por exemplo, você dificilmente terá grandes resultados em apenas um mês de estudo. Em conclusão, estudar é um processo lento, especialmente levando em conta a extensão dos editais para concursos.

Dessa forma, é importante treinar a resiliência e não desistir antes da hora. Para isso, o médico e neurocientista Pablo Vinicius dá as seguintes dicas:

  • Identifique os pontos fracos de sua personalidade
  • Evite antecipar o futuro
  • Não seja “oito ou oitenta”
  • Seja menos sensível às críticas e não se importe excessivamente com elas

A psicoterapia também pode ser uma grande aliada do futuro servidor. Ela ajudará no treinamento emocional e na força de vontade para mudar.

Como ter mais resiliência para estudar

12# Ter medo de ser reprovado e desistir

Ser aprovado em um concurso público parece impossível? Um sonho muito distante? Conforme falamos anteriormente, passar é uma questão de resiliência e dedicação.

O medo, assim como a ansiedade, é um sentimento completamente normal. Todos que se propõem a fazer um concurso tem medo de ser reprovados. Mas não tem como ser nomeado para um cargo se você, primeiro, não tentar passar na prova, certo?

A solução é treinar o controle emocional. Somado a ele, uma preparação intensa, para se sair o melhor possível no dia da prova.

Às vezes, esse medo é tão grande que o futuro servidor não consegue nem treinar com simulados em casa. Ele teme que se o resultado obtido nos estudos for ruim, também o será no dia do concurso.

Trabalhe dentro de você que é importante fazer simulados em casa. Se a quantidade de acertos não for satisfatória, é melhor você saber durante os estudos.

É quanto ainda dá tempo de voltar para a teoria e revisar os assuntos que tem dificuldade. Coloque-os em prática para não repetir os mesmos erros.

Também é normal ser reprovado no primeiro concurso. Muitas pessoas não passam de primeira. Há quem leve dois, três, quatro anos ou mais para conseguir a primeira aprovação.

Novamente, um dos grandes diferenciais entre quem passa ou não é a capacidade de ter resiliência!

13# Procrastinar

A procrastinação é outra grande inimiga do futuro servidor. Ela nada mais é do que o hábito não produtivo de adiar uma tarefa.

A falta de um resultado imediato que o estudo proporciona corrobora para isso. A aprovação vem a longo prazo. Porém, nossa mente dá preferência para a execução de tarefas que dão satisfação imediata.

Por exemplo, tirar uma soneca ou maratonar uma série. Estudar, além de cansativo, demora a trazer frutos. O psicanalista Marcelino Viana recomenda que você foque no seu objetivo.

Nesse sentido, utilize-o como um motor capaz de fazer com que você se movimente diariamente. Para ter mais consistência e constância nos estudos:

  • Comece devagar
  • Gerencie as emoções
  • Nomeie a situação
  • Permita-se praticar a procrastinação, mas só às vezes, ok?
  • Amplie a visão e antecipe o imprevisto

Estudar em um ambiente com menos distrações, quando você sabe que tem tendência a se dispersar, também pode ajudar.

Além disso, aplicativos que bloqueiam redes sociais, bips de atenção, checklists e uma boa organização são excelentes aliados.

A coach e mentora Lívia Cavalcante recomenda ainda tentar transformar a procrastinação em algo positivo. Como assim? É uma questão de ver onde você está colocando sua energia e gastando a sua produtividade.

Por exemplo, você pode gostar de tomar uma taça de vinho todos os dias, mas sabe que, se tomar essa taça, no dia seguinte acordará se sentindo lento para cumprir as tarefas.

Nesse caso, procrastinar o vinho para sábado é algo pensado. É uma procrastinação positiva. Você deve pensar se uma atitude te aproxima ou te afasta da sua meta final.

14# Não ter um planejamento

Assim como deixar para estudar apenas as matérias que gosta ou só fazer questões quando estiver com vontade, não ter um planejamento é um dos maiores erros ao estudar para concurso.

Fazer um plano de estudos, depois de escolher uma área, deve ser um dos primeiros passos da preparação.

Antes de ter um método definitivo, você pode ir testando. Veja o que funciona melhor para você. Adapte-o às suas necessidades!

15# Não saber administrar o seu tempo

De antemão, a administração de tempo é fundamental. Apesar de muitas pessoas acharem que gerenciar o tempo significa perder a espontaneidade das ações, é o contrário.

Ter um tempo certo para fazer as atividades fará com que você as aproveite melhor. Isso inclui os momentos de lazer, as obrigações e os estudos para concurso. Sobretudo, é importante saber:

  • Que horas acontecem as tarefas do meu dia?
  • Que período do dia é mais produtivo para cada atividade?
  • Programei o tempo que as atividades exigiam?
  • Quais atividades demandam mais tempo?
  • E quais demandam menos tempo?

Ter esse conhecimento também ajudará a entender quais são os pequenos intervalos do seu dia. O trajeto no transporte público ou o restinho do horário de almoço podem virar momentos de estudo.

Muita gente tem o sonho de passar em concurso público. No entanto, afirmam não ter horas no dia para estudar. Tente otimizar pequenos espaços de tempo livres.

Pode ser que seja mais desafiador conquistar a aprovação se você está trabalhando além de estudar. Mas se você tem eficiência nesses intervalos, eles certamente trarão bons resultados!

Você tem cometido algum desses erros ao estudar para concurso? Acompanhe o Blog da Folha Dirigida para mais dicas!

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